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Nas casas de câmbio, moeda bateu nos R$ 3,75

Nas casas de câmbio, moeda bateu nos R$ 3,75

CorreioPopular 26-07


Neste mês, o dólar teve uma valorização de 7%. O diretor de Operações de Câmbio da Ourominas, Mauriciano Cavalcante, afirma que o dólar turismo fechou a cotação na sextafeira entre R$ 3,50 e R$ 3,55 (incluindo o Imposto sobre Operações Financeiras).

“O valor foi para a moeda em espécie. Quem optava pelo cartão de débito estava pagando entre R$ 3,70 e R$ 3,75. No dinheiro de plástico, há um incremento de 6,38% referente ao custo das operações financeiras”, diz. Ele comenta que a forte subida do dólar na última semana foi resultado da instabilidade da economia brasileira e tem um componente especulatório.

“O fato de o governo ter anunciado uma redução tão drástica da meta fiscal repercutiu mal e abalou a confiança dos investidores. Uma das consequências foi a desvalorização do real em relação ao dólar. Não é só a moeda norteamericana que está subindo. O real está perdendo valor em relação a várias outras moedas, como o euro e até o peso argentino”, aponta.

Ele acredita que o cenário não será alterado nas próximas semanas. “Quem tem viagem internacional marcada para os próximos 30 dias deve comprar dólar agora, porque a tendência é que a cotação continue subindo nas próximas semanas.

E há ainda um outro problema: as notas das agências que analisam os fatores de risco para investimentos no Brasil. Se elas reduzirem as notas brasileiras, o dólar pode disparar e atingir os R$ 4,00”, diz. 

Duas Dicas

  1. Viagens internacionais planejadas “Quem está nessa condição não tem saída: vai ser impactado pela alta da moeda e, no caso de viagens programadas, os economistas aconselham a compra da moeda”. Mucio Zacharias, professor do Institute of Business Education (IBE)/Fundação Getúlio Vargas (FGV)

  2. Compre moeda em dinheiro “Fuja do dinheiro de plástico. O cartão pré-pago, além do dólar, vem carregado com um IOF absurdo de 6,38%. Esse imposto já havia absorvido a CPMF e agora vem com força extra afetando todos os viajantes. Por outro lado, a compra de dólar em espécie ainda tem o imposto reduzido para 0,38%, mas é mais compensadora que de outras formas”. João Mantoan, professor do Institute of Business Education (IBE)/Fundação Getúlio Vargas (FGV)

 

Publicação: Correio Popular
Data: 26 de julho de 2015
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